



Schöner kann man Schiffe nicht bauen......
Nachrichten was das Menschsein betrifft
17. September 1944
No castelo, ponho um cotoveloEm Alfama, descanso o olharin der Alfama lass ich meinen Blick ausruhenE assim desfaz-se o novelound so löst sich das KnäuelDe azul e marvom Blau und dem MeerÀ ribeira encosto a cabeçaAn die Uferböschung lehne ich mein HauptA almofada, na cama do Tejodas Kopfkissen, im Bett des TejoCom lençóis bordados à pressamit Bettzeug in Eile gesticktNa cambraia de um beijoim Taft eines KussesLisboa menina e moça, meninaLissabon Kindl und Mädchen, KindDa luz que meus olhos vêem tão purades Lichtes,das meine Augen sehen so klarTeus seios são as colinas, varinadeine Brüste sind die Hügel, FischverkäuferinPregão que me traz à porta, ternuraMarktgeschrei, das mir an die Türe trägt, ZärtlichkeitCidade a ponto luz bordadaStadt mit Lichtstickerei geklöppeltToalha à beira mar estendidaTischtuch am Meeresgestade ausgebreitetLisboa menina e moça, amadaLissabon Kindl und Mädchen, geliebteCidade mulher da minha vidaStadt Frau meines LebensNo terreiro eu passo por tiMas da graça eu vejo-te nuaDoch der Würde sehe ich Dich entkleidetQuando um pombo te olha, sorriwannimmer eine Taube dich ansieht, ich lachteÉs mulher da ruadu bist ein GassenmädchenE no bairro mais alto do sonhound im Stadtviertel der höchsten aller TräumePonho o fado que soube inventarsetz ich das Fado, das ich zu erfinden wußteAguardente de vida e medronhoTresterschnaps des Lebens und Schnaps des ErdbeerbaumsQue me faz cantardie mich singen machtenLisboa menina e moça, meninaDa luz que meus olhos vêem tão puraTeus seios são as colinas, varinaPregão que me traz à porta, ternuraCidade a ponto luz bordadaToalha à beira mar estendidaLisboa menina e moça, amadaCidade mulher da minha vidaLisboa no meu amor, deitadaLissabon in meiner Liebe, zu Boden gelegtCidade por minhas mãos despidaStadt, die meine Hände entblößtenLisboa menina moça amadaLissabon Kindl geliebtes MädchenCidade mulher da minha vidaStadt Frau meines Lebens






